- Pegue o dinheiro que você iria pagar uma academia e guarde todo mês por 1 ano.
- No final de 1 ano, dê o dinheiro para uma pessoa de confiança.
- Peça a ela pra medir seu peso toda semana.
- Cada vez que você perder peso em relação a semana anterior, ela te paga 25% do valor que você investiu mensalmente.
- Se você não emagrecer na semana, ela retem o dinheiro acumulado até a semana que você ficar com o peso abaixo do menor valor obtido até então.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Dieta de Ouro
Não aguento mais ver programas de emagrecimento que não atacam o problema pela raiz! Ai vai minha dica de programa para perder peso. Pré-requisitos: Ser mulher, não ter mais do que o dobro do peso que gostaria de ter e uma pessoa de confiança.
domingo, 5 de setembro de 2010
Mega-Sena WIN!
| Duas Pila |
Esse é o meu prêmio por não ter jogado na Mega-Sena acumulada.
E você, quanto ganhou com a Mega-Sena?
E você, quanto ganhou com a Mega-Sena?
sábado, 4 de setembro de 2010
Brasil, um Sonho Intenso
Hoje eu me senti um brasileiro.
Não aquele brasileiro que gosta de futebol ou que gosta de carnaval, do bom samba ou de MPB. Não aquele que gosta das lindas praias e das florestas ainda preservadas. A poesia, o rock, o acarajé, o sushi e a macarronada.
Aquele esteriotipo exemplar, emocional, passional, que oferece ao mundo a paixão pela vida, pelo esporte ou pela natureza e sobretudo, aquele que gosta de sempre dar um jeitinho. É fácil reconhecer esse brasileiro em qualquer lugar do mundo. Nós já temos a nossa etiqueta pronta.
Hoje eu me senti ainda mais brasileiro.
Eu pude tocar a mais profunda raiz daquilo que nos torna miseráveis, tão miseráveis que é dificil acreditar, que algum dia, poderemos ser uma nação de verdade, uma nação de nativos do Brasil.
Talvez eu tenha conseguido finalmente entender porque meu país é assim, um gigante pela própria natureza, belo, impávido colosso, mas que o futuro insiste em não espelhar essa grandeza.
Hoje vi como a justiça é fraca. Escutei homens que poderiam ser grandes exemplos para seus filhos, brasileiros que poderiam se orgulhar de fazer a coisa certa, mas se renderam a velha, desgraçada e corrupta vontade de tirar vantagem.
Essa erva daninha que também é responsável pelo "jeitinho" está tão enraizada no ser brasileiro que chega a ser quase uma parte do DNA. Já é passada de pai para filho.
Depois de ruminar todo o episódio, consigo perceber mais claramente porque hoje nós temos que escolher entre Lulas, Dilmas, Collors, Sarneys, Serras e Malufes. Consigo perceber porque nossas opções são tão pobres e pequenas.
A minha conclusão é que nos falta identidade e coragem. Precisamos de força e perseverança para não fugir à luta. Precisamos combater a corrupção, o jeitinho, o hábito de tirar vantagem. Precisamos de honestidade e principalmente ensiná-las aos nossos filhos.
Precisamos deixar de nos conformar com o prato miserável que nos é apresentado todos os dias.
Precisamos parar de esperar alguém erguer a clava forte.
Precisamos disso para que nosso filhos vejam os risonhos e lindos campos com mais flores.
Salve! Salve!
Não aquele brasileiro que gosta de futebol ou que gosta de carnaval, do bom samba ou de MPB. Não aquele que gosta das lindas praias e das florestas ainda preservadas. A poesia, o rock, o acarajé, o sushi e a macarronada.
Aquele esteriotipo exemplar, emocional, passional, que oferece ao mundo a paixão pela vida, pelo esporte ou pela natureza e sobretudo, aquele que gosta de sempre dar um jeitinho. É fácil reconhecer esse brasileiro em qualquer lugar do mundo. Nós já temos a nossa etiqueta pronta.
Hoje eu me senti ainda mais brasileiro.
Eu pude tocar a mais profunda raiz daquilo que nos torna miseráveis, tão miseráveis que é dificil acreditar, que algum dia, poderemos ser uma nação de verdade, uma nação de nativos do Brasil.
Talvez eu tenha conseguido finalmente entender porque meu país é assim, um gigante pela própria natureza, belo, impávido colosso, mas que o futuro insiste em não espelhar essa grandeza.
Hoje vi como a justiça é fraca. Escutei homens que poderiam ser grandes exemplos para seus filhos, brasileiros que poderiam se orgulhar de fazer a coisa certa, mas se renderam a velha, desgraçada e corrupta vontade de tirar vantagem.
Essa erva daninha que também é responsável pelo "jeitinho" está tão enraizada no ser brasileiro que chega a ser quase uma parte do DNA. Já é passada de pai para filho.
Depois de ruminar todo o episódio, consigo perceber mais claramente porque hoje nós temos que escolher entre Lulas, Dilmas, Collors, Sarneys, Serras e Malufes. Consigo perceber porque nossas opções são tão pobres e pequenas.
A minha conclusão é que nos falta identidade e coragem. Precisamos de força e perseverança para não fugir à luta. Precisamos combater a corrupção, o jeitinho, o hábito de tirar vantagem. Precisamos de honestidade e principalmente ensiná-las aos nossos filhos.
Precisamos deixar de nos conformar com o prato miserável que nos é apresentado todos os dias.
Precisamos parar de esperar alguém erguer a clava forte.
Precisamos disso para que nosso filhos vejam os risonhos e lindos campos com mais flores.
Salve! Salve!
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Fazendo a coisa certa
É interessante conversar com várias pessoas e ter a mesma sensação de desconforto no trabalho. Quanto mais a sua empresa cresce mais ela sente a necessidade de cercar as pessoas de regras e de 'padronizar' o trabalho e o resultado disso é a perda da criatividade.
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sábado, 9 de maio de 2009
Noves Fora
Todo software que precisa de mais do que 2 pessoas para ser construído, precisa de:
- um processo, desenhado por quem já construiu software.
- uma metodologia, tão simples que possa ser entendida por uma criança de 5 anos.
- documentação, seguindo um padrão conhecido e não um que você vai inventar.
- boas praticas, que você aprendeu errando.
- gente com experiência no negócio e no mercado.
- sorte de não ter na equipe um mala que pensa que sabe tudo.
- um gestor que saiba jogar Urban Terror e pedir pizzas.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Apelou, perdeu!
Quando era criança, lembro de algumas brincadeiras que fazíam comigo fazíamos na escola:
Jogar papel molhado no teto da sala, colocar tachinhas nas cadeira, jogar a lata do lixo (na minha escola estadual as salas tinham uma lata de lixo daquelas de ferro tipo galão de 60 litros).
Bexigas cheias com água jogadas para o alto até atravessar o pátio e cair emmim alguém.
Tinha também brincadeiras saudáveis como "palha ou chumbo", "rouba bandeira", "mãe da mula", "mão negra" e outras que agora não lembro.
Tinha também os jogos de baixo impacto como "war", "detetive", "scotland yard", "super trunfo" e as vezes também jogávamos Atari (Enduro, pac-man, river raid).
Mas em todas as brincadeiras as vezes ocorria que alguém ficava em uma situação desfavorável, por exemplo, como ser o "relógio" do "palha ou chumbo" ou então ser a "mula", ser o último a colocar os exércitos do "war". Nesse momento o guri inventava uma desculpa do tipo: "xingou minha mãe", "pisou na minha unha encravada", "me chamou de burro", "estou com desinteria". Era uma desculpa daquelas que não faziam sentido mas obrigava o guri a sair da brincadeira. Nessa situação a gente sempre dizia "Apelou, perdeu!"
Jogar papel molhado no teto da sala, colocar tachinhas nas cadeira, jogar a lata do lixo (na minha escola estadual as salas tinham uma lata de lixo daquelas de ferro tipo galão de 60 litros).
Bexigas cheias com água jogadas para o alto até atravessar o pátio e cair em
Tinha também brincadeiras saudáveis como "palha ou chumbo", "rouba bandeira", "mãe da mula", "mão negra" e outras que agora não lembro.
Tinha também os jogos de baixo impacto como "war", "detetive", "scotland yard", "super trunfo" e as vezes também jogávamos Atari (Enduro, pac-man, river raid).
Mas em todas as brincadeiras as vezes ocorria que alguém ficava em uma situação desfavorável, por exemplo, como ser o "relógio" do "palha ou chumbo" ou então ser a "mula", ser o último a colocar os exércitos do "war". Nesse momento o guri inventava uma desculpa do tipo: "xingou minha mãe", "pisou na minha unha encravada", "me chamou de burro", "estou com desinteria". Era uma desculpa daquelas que não faziam sentido mas obrigava o guri a sair da brincadeira. Nessa situação a gente sempre dizia "Apelou, perdeu!"
sábado, 9 de agosto de 2008
Código Livre
#define injustica int32
var esperança, perseverança: int64;
Dim liberdade as Boolean = False
Public fé As Variant = Empty
Sub Viva()
injustica = int.parse(rnd * (2 ^ 32 - 1))
While (injustica > 0)
Begin
liberdade := LUTAR(perseverança, esperança);
If liberdade Then
Viva()
Else
If (esperanca == 0) {
fé++;
}
for each instante do:
o_melhor_de_si().
end.
End;
End Sub
Licença de Uso: Esse código pode ser copiado e distribuído gratuitamente.
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sabedoria
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Bye Rismo
Lembro bem do Rismo, na época em que morava na cidade grande. Um companheiro, sempre presente nas quermesses. Era só aparecer uma rifa, uma fofoca, um cãozinho atropelado na encruzilhada, e lá estava ele, pronto para participar da história.
Se alguém quisesse saber o que estava acontecendo, bastava achar o Rismo para se atualizar das notícias. Muitas vezes, na brincadeira, chamávamos ele de "Reporter SBT - Aqui e Agora!".
Uma coisa interessante era o orgulho que ele tinha da comunidade, de morar lá, de pertencer aquele pedaço de mundo. Conhecia todos os jornaleiros, os donos das bancas das feiras, as carolas da igreja, o tio do biju e o velhinho do algodão doce. Até o noventão que fazia seu "cooper" todas as manhãs parava para se atualizar com o Rismo. Só tinha um porém, ele ficava muito irratado quando alguém falava mal do lugar que ele morava. Se o cara fosse de fora então, deus me livre!
Mas um dia ele se foi, em um acidente terrível. Estava lá, um pouco desligado do resto do mundo quando um caminhão do Wallmart o atropelou. Na confusão após o acidente, o motorista contava: - Tava lá na minha, sabe como é, olhando pra frente, né, e esse maluco atravessou de repente. Esse caminhão é bem silencioso, talvez por isso ele não tenha se ligado!
Se alguém quisesse saber o que estava acontecendo, bastava achar o Rismo para se atualizar das notícias. Muitas vezes, na brincadeira, chamávamos ele de "Reporter SBT - Aqui e Agora!".
Uma coisa interessante era o orgulho que ele tinha da comunidade, de morar lá, de pertencer aquele pedaço de mundo. Conhecia todos os jornaleiros, os donos das bancas das feiras, as carolas da igreja, o tio do biju e o velhinho do algodão doce. Até o noventão que fazia seu "cooper" todas as manhãs parava para se atualizar com o Rismo. Só tinha um porém, ele ficava muito irratado quando alguém falava mal do lugar que ele morava. Se o cara fosse de fora então, deus me livre!
Mas um dia ele se foi, em um acidente terrível. Estava lá, um pouco desligado do resto do mundo quando um caminhão do Wallmart o atropelou. Na confusão após o acidente, o motorista contava: - Tava lá na minha, sabe como é, olhando pra frente, né, e esse maluco atravessou de repente. Esse caminhão é bem silencioso, talvez por isso ele não tenha se ligado!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Tapioca Furada
Se algum dia eu for comprar uma tapioca e o vendedor disser que aumentou, com certeza ficarei indignado. Quem esse cidadão pensa que é? O que eu não sei é que aquele vendedor é honesto e teve que aumentar para não trabalhar apenas para pagar suas contas.
Algum tempo depois parece até natural pagar mais pela tapioca que continuará me satisfazendo como antes. O vendedor estará mais feliz e eu não estarei tão indignado com o cidadão, pois ele continua tendo um ótimo resultado e a tapioca continua deliciosa.
Imagino aquele outro vendedor que ao invés de cobrar mais por sua tapioca, precisou inovar e inventou a tapioca furada. Menos materia-prima, menos custo, mesmo preço. É apenas uma questão de marketing.
Pois então, vale a pena furar a tapioca? :O)
Algum tempo depois parece até natural pagar mais pela tapioca que continuará me satisfazendo como antes. O vendedor estará mais feliz e eu não estarei tão indignado com o cidadão, pois ele continua tendo um ótimo resultado e a tapioca continua deliciosa.
Imagino aquele outro vendedor que ao invés de cobrar mais por sua tapioca, precisou inovar e inventou a tapioca furada. Menos materia-prima, menos custo, mesmo preço. É apenas uma questão de marketing.
Pois então, vale a pena furar a tapioca? :O)
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Aprendizado de Férias
Nas férias decidi fazer uma coisa bem original: Pintar meu apartamento. O resultado foi um trabalho amador, como sempre, mas bastante útil para a vida profissional. Notei algumas coisas que posso aplicar no dia a dia:
- Nunca fica bom na primeira vez, e todo mundo sabe que isso é normal. Só na segunda demão é que fica "perfeito".
- Não tente fazer diferente depois que já iniciou. A tinta escolhida pode não render como você planejou.
- Ferramentas devem ser simples. Se precisar ler o manual, não use.
- É prudente preparar o ambiente antes de começar o trabalho. Trocar o estofamento do sofá sai mais caro depois.
- Prepare-se antes de iniciar o trabalho. Existem várias maneiras de conhecer o ácido lático. A pior delas é quando ele está nos seus músculos.
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