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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Mega Otário

Fim de ano. Tempo de festa e hora de jogar na "mega da virada".

Eu não sei exatamente o motivo, mas depois de outubro de 2010 eu comecei a entender melhor a megassena. É claro que se estivéssemos nos tempos de Euler, Gauss, Liebniz ou qualquer matemático, não tão esperto, e eu mostrasse esse dois resultados consecutivos com 4 números idênticos, com certeza me aconselhariam a não perder meu dinheiro nisso.


Mas sempre tem aquele que vai dizer: "A chance de cada número é sempre a mesma, não tem nada a ver...".

Deixo aqui minha admiração para o inventor desse negócio. Nem mesmo o Copperfield conseguiu enganar tanta gente.

sexta-feira, 27 de março de 2009

I'm alive

Se você já viu isso, pensou que tinha a ver com jogos. Se ainda não viu, vai pensar que tem a ver com jogos. Mas isso não tem a ver jogos! Esse é o "corte epstemológico" do século XXI. I'm not a PC. I'm not a Mac. I'm not a Linux.

I'm on live!



Fonte: Embriões de Inovação - G1

quinta-feira, 19 de março de 2009

Cabra Bom

Já admirava o Pidio (Derlidio) desde criança pequena. Agora que ele lançou essa parada na Apple Store, eu "fiquei de face" como dizem aqui por essas bandas! É um jogo muito legal e vale a pena o esforço se você tiver um IPhone. Tomara que ele lançe para Playstation! :O)



Se quiser jogar a versão gratuita para PC, pode baixar diretamente do site da Chromatick em www.chromatick.com.br. Ah, tem os fontes do jogo lá também em C++. :O)

Abaixo a noticia que saiu na Mac Magazine: http://macmagazine.com.br/blog/2009/03/11/brasileiros-lancam-jogo-de-poquer-na-iphone-app-store/

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Jogos Universais

Não se trata de um game da igreja universal nem mesmo de jogos adaptados para várias culturas. Os jogos universais, uma das noticia do site Inovação Tecnológica, é a abertura para um novo tipo de jogo que junta a tecnologia dos novos celulares, redes wi-fi uaifai, totems bluetooth blutuf e muita imaginação em favor do divertimento nerd.
Isso me faz pensar novamente no motivo para os sistemas empresariais de hoje em dia não evoluirem nesse mesmo ritmo. A conclusão primária é que esse pessoal que desenvolve jogos não tem saco pra aguentar não se adapta aos modelos corporativos de gestão e que não investem em pesquisa na área de sistemas em favor da hilariante redução dos custos.
Será que é tão dificil enxergar que tudo isso que já é aplicado há anos em jogos eletrônicos, video games, e etc, também pode servir para os sistemas?
Em um futuro muito próximo aquele conjunto de cadastros massantes, operações cansativas e relatórios deprimentes não vai sobreviver no mesmo espaço das novas tecnologias.