quinta-feira, 2 de abril de 2009

Apelou, perdeu!

Quando era criança, lembro de algumas brincadeiras que fazíam comigo fazíamos na escola:
Jogar papel molhado no teto da sala, colocar tachinhas nas cadeira, jogar a lata do lixo (na minha escola estadual as salas tinham uma lata de lixo daquelas de ferro tipo galão de 60 litros).
Bexigas cheias com água jogadas para o alto até atravessar o pátio e cair em mim alguém.
Tinha também brincadeiras saudáveis como "palha ou chumbo", "rouba bandeira", "mãe da mula", "mão negra" e outras que agora não lembro.
Tinha também os jogos de baixo impacto como "war", "detetive", "scotland yard", "super trunfo" e as vezes também jogávamos Atari (Enduro, pac-man, river raid).
Mas em todas as brincadeiras as vezes ocorria que alguém ficava em uma situação desfavorável, por exemplo, como ser o "relógio" do "palha ou chumbo" ou então ser a "mula", ser o último a colocar os exércitos do "war". Nesse momento o guri inventava uma desculpa do tipo: "xingou minha mãe", "pisou na minha unha encravada", "me chamou de burro", "estou com desinteria". Era uma desculpa daquelas que não faziam sentido mas obrigava o guri a sair da brincadeira. Nessa situação a gente sempre dizia "Apelou, perdeu!"
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