sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Vergonha na Cara


Tome Vergonha na Cara!
É saudável, é energia, é contagiante!
Com Vergonha na Cara você tem instantaneamente:
Mais saúde, mais educação e mais segurança.
Com uma dose diária de Vergonha na Cara
Você reduz a criminalidade, a diferença social,
E aumenta a qualidade de vida.
Só vergonha na cara combate o espírito de porco.
Não espere mais.
Comece hoje mesmo a tomar Vergonha na Cara.
Ofereça ao seu amigo, ao seu vizinho, ao seu chefe.
Ofereça ao seu deputado e ao seu prefeito.
Ofereça até mesmo à sua presidenta!
Todos podem tomar Vergonha na Cara.
Não tem contra indicação.
E não é só isso!
Você não precisa comprar Vergonha na Cara.
É muito fácil de fazer.
Pegue um litro de água filtrada,
Adicione um dose de boa educação,
Honestidade, dignidade e tolerância.
Mexa tudo por duas gerações.
Filtre o jeitinho brasileiro, a esperteza e a ganância.
Pronto. Agora você tem dose infinita de Vergonha na Cara.
Tome todo dia.
Tome Vergonha na Cara no trânsito.
Tome Vergonha na Cara no trabalho.
Tome Vergonha na Cara na escola.
Tome Vergonha na Cara e livre-se para sempre da sua vida medíocre.
Depois de um mês tomando Vergonha na Cara, sua vida vai mudar.
Vergonha na Cara é contagiante.
Vergonha na Cara é satisfação garantida ou seu país de merda de volta!

domingo, 20 de maio de 2012

Olá Universo!

Eu nasci nas estrelas e cheguei aqui há muito tempo.
Deixei a natureza me moldar.
Segui os caminhos da adaptação e me tornei mestre nisso.
Eu andei sozinho, em bando, no calor e no frio.
Enfrentei a fome, a sede e me encontrei com a morte várias vezes.
Observei a natureza e aprendi a resistir.
Juntei meus semelhantes e contei muitas histórias.
Dominei o medo, o fogo, a terra, a água, as plantas e os animais.
Fiz muitos amigos e criei uma família.
Milhares me seguiram. Outros me traíram.
Minhas histórias se tornaram lendas e mitos.
Meus inimigos me mataram e tomaram tudo de mim.
Conheci a escravidão, a comédia e a tragédia.
Me tornei rei e então matei meus inimigos.
Com as riquezas que roubei, construí grandes monumentos e palácios.
Conheci o poder, a glória, a honra, a dúvida, a inveja e a solidão.
Criei leis e decidi quem era inocente e quem era culpado.
Morri mais uma vez.
Procurei pela razão e segui os caminhos da sabedoria.
Aprendi a controlar meus instintos.
Minha mente se tornou minha aliada.
Tive muitos mestres e aprendizes.
Contemplei a natureza.
Tentei compreendê-la e passei a imitá-la.
Escrevi o que aprendi e bibliotecas populei.
Meu conhecimento me trouxe novas riquezas e novos palácios.
Conheci a guerra, a arte, a paixão, a pobreza e a fé.
Minha mente me traiu e procurei pelo criador.
Vários deuses eu criei e novas histórias eu contei.
A paz voltou à minha mente.
Conheci o sofrimento, a loucura e a miséria.
A escuridão passeou pelo meu corpo e pela minha alma.
Através de revoluções tentei melhorar o mundo.
Entendi a natureza e criei as máquinas.
Reinventei meu corpo e a minha mente.
Dominei a natureza e criei vida.
Pensei ser um deus e tentei dominar o mundo.
Morri mais uma vez.
Descobri a informação. Reinventei tudo.
Eu sou o Homem e essa é a minha era.
Estou pronto pra me adaptar, mais uma vez.
Olá Universo!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Luz da Tarde

A sombra que vejo no rosto do meu filho, em uma tarde no parque, nos meus braços, sorrindo.
Parece abraçar o mundo com seu olhos.
A minha menina, deitada em seu carrinho, olhando para o céu e descobrindo as folhas das árvores, ouvindo o som dos pássaros.
Parece conversar com a natureza com seu olhar.
A mãe segurando forte o guri em seus braços, tentando protegê-lo do mundo, apertando forte seu pequeno corpo.
Com os olhos fechados quer sentir o seu calor como se ainda pudesse tê-lo em sua barriga.
Num dia em que a luz da tarde nos presenteia com esses momentos, não damos o devido valor.
São pequenos momentos que não prestamos atenção.
Esses momentos em que apenas as fotos, que congelaram o tempo, nos revelam.
Das tecnologias que já criamos, a fotografia é ainda a que mais me fascina com as pequenas obras de arte que pode criar.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Risco, Trisco e Belisco

Meus amigos de infância vão lembrar dos tempos que passávamos horas desenhando no asfalto com giz de gesso, pedra, tijolo e com tudo que riscasse o chão. Era só achar uma casa em construção ou entulho de reforma pra gente "emprestar" os retalhos de gesso e fazer "arte" na rua.
Não dá pra comparar com um trabalho artístico desse abaixo, mas tinha muita coisa criativa, tinha discussão metafísica e até solução de problemas de lógica e matemática. O mais importante é que a gente tinha a rua toda pra desenhar e ninguém te chateava por isso. Passado alguns dias ou uma tarde de chuva, já estava tudo limpo de novo.
A gente passava mais tempo com os amigos e mais tempo trocando ideias. Era uma comunidade real, com papo, jogos, brigas e muito aperto de mão. Esse mundo digital acabou com isso. Hoje em dia mesmo "curtindo" alguma coisa na rede social, as pessoas não lembram de cumprimentá-las.
Taí! Essas redes deveriam ter um alerta para monitorar a quantidade de vezes que você curti alguma coisa de alguém e colocar lá no seu perfil a quantidade de abraços e apertos de mão que você está devendo para aquele "amigo". :)



O site do qual kibei o desenho ai de cima é odosketch. Muito legal!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Condição Mais Que Imperfeita


Poderia ser mais humano,
Se eu pensasse antes de agir.
Poderia ser menos egoísta,
Se eu escutasse antes de falar.

Poderia ter menos culpa,
Se eu julgasse antes de acusar.
Poderia ter mais paz,
Se eu defendesse antes de atacar.

Poderia ser mais generoso,
Se eu compartilhasse antes de guardar.
Poderia ser menos ganancioso, 
Se eu distribuísse antes de lucrar.

Poderia ter menos ansiedade,
Se eu estudasse antes de arriscar.
Poderia ter mais futuro,
Se eu planejasse antes de executar.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

AI Mano!


Senta, que lá vem história:
Em outubro desse ano, me inscrevi para o curso online de inteligência artificial patrocinado pela Stanford. 
O que mais chamou minha atenção foi aceitar o código de honra no momento da inscrição, coisa rara nesses tempos.


Foram 10 semanas de aulas online com bastante conteúdo e bem administrado pelos professores (Peter Norvig e Sebastian Thrun). O site mantinha o histórico das aulas assistidas, das respostas e ainda tinha a oportunidade de ver um vídeo explicando cada resposta pra conferir.
O site também abriu 2 fóruns para os alunos discutirem as questões e as aulas e os moderadores sempre lembravam o povo do código de honra. :)
A ferramenta de avaliação era simples, com quizzes durante as aulas que não contavam pontos e algumas questões no final relacionadas com o tema da semana. Dava pra acompanhar a evolução dos acertos no próprio site.
É claro que a ideia era que você passasse a semana assistindo às aulas e fizesse a "lição de casa" no final de semana, mas pra mim não funcionou. Fiz tudo no final de semana, em sequência. Também foram aplicadas 2 "provas" no mesmo estilo online, com prazo para realizar. Uma na metade do curso e outra no final.


Nesse mês, depois da última prova, saiu o resultado final e minha média, contando o home work (30%), prova intermediária (30%) e prova final (40%) ficou em 73.
Queria ter tido mais tempo pra me dedicar e não apenas os finais de semana, mas valeu muito. O conteúdo foi bem explorado e mesmo sendo bem básico, segundo os professores, eu aprendi bastante sobre os conceitos e as técnicas.

Agora já estou preparado para quando os robôs dominarem o mundo. :)

sábado, 20 de agosto de 2011

Fábrica de Água

Hoje vi no blog do MundoGump um post falando de uma americano que invetou uma maquina que faz água a partir da condensação do Ar.

Então lembrei de 2009, quando participei do TEDxSP, onde um cidadão da HNF, que é uma empresa de Minas Gerais, fez uma maquina que produz água usando a mesma ideia. Achei um post no blog da Karla, que também participou do TEDxSP, falando sobre essa máquina. O Inventor é Norman Queiroga e eu consegui conversar um pouco com ele no dia. Naquela época ele já tinha projeto para adaptar coletores solares no equipamento.


Tem outro post no PEGN falando sobre a invenção.

O invento já ganhou destaque no programa do Ratinho, mas merecia mesmo, uma reportagem no Fantástico.